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terça-feira, 28 de abril de 2026

BARRENSE LANÇA SEU PRIMEIRO LIVRO “INJUSTIÇA BRASILEIRA”. A LEI MARIA DA PENHA, OS 35 CAMELOS E OUTRAS HISTÓRIAS”

BARRENSE LANÇA SEU PRIMEIRO LIVRO O escritor Nelio Sergio Soares Ribeiro residente na cidade de Barra do Piraí – RJ acaba de lançar o seu primeiro livro que leva o título: “Injustiça Brasileira. A Lei Maria da Penha, Os 35 Camelos E Outras Histórias”; com 447 páginas aonde o nosso escritor aborda fatos históricos e do nosso cotidiano, tudo narrado de uma forma muito interessante. Contatos com o autor poderão ser feitos por: E-mail: ns_engenharia@yahoo.com.br ns.engenhariaeconsultoria@gmail.com Telefones: (24) 98161-8827 e (24) 99948-7955 Quem se interessar pela obra deverá acessar https: //clubedeautores.com.br /livro/injustica-brasileira-a-lei-maria-da-penha-os-35-camelos-e-outras-historias Nelio Sergio Soares Ribeiro Engenheiro civil e programador de com¬putadores, viu neste trabalho, intitulado “Injustiça Brasileira. A Lei Maria Da Penha, Os 35 Camelos… E Outras Histórias”, uma pequena resposta à necessidade de um mínimo de ações que ofereça à mulher perspectivas de se livrar de tanta violência, e projetar um futuro que livre a todos do caos que se torna mais visível a cada dia, e que, se tem como uma das motivações a deseducação, também mostra como característica principal o exercício consentido do poder do mais forte sobre o mais fraco. O momento atual suscita questionamentos acerca dos motivos que levam o legislador a se afastar de um trabalho de excelência quando tem todos os meios, principalmente o financeiro, para merecer o voto popular. Explicar por que isto se dá é uma das preocupações explícitas no livro. “Injustiça Brasileira”. A Lei Maria da Penha, Os 35 Camelos e Outras Histórias” Nelio Sergio Soares Ribeiro Feminicídios, que se proliferam e ignoram a Lei criada há vinte anos, exatamente para proteger a mulher vítima de violência doméstica, como se ela simplesmente não existisse, são mostrados diariamente na mídia. Se a convicção, tão generalizada quanto equivocada, de que Medidas Protetivas igualam-se a escudos protetores que isolam a mulher do agressor comprova-se totalmente falsa, por que ela ainda prevalece? Esta é apenas uma das questões abordadas no livro “Injustiça Brasileira. A Lei Maria da Pe¬nha, Os 35 Camelos... E Outras Histórias”, cuja apresentação estaria incompleta sem a consideração, mesmo que breve, do momento em que vivemos. Interesses escusos levam a política à obtenção única e exclusiva de benefícios próprios. A necessária submissão das Leis à Constituição Brasileira, tornou a parceria Política & Justiça impossível de ser desfeita por uma população pouco envolvida com a rotina do país. Se o poder militar se instalou em 1964 durante crise institucional e colaborou para o desenvolvimento do país, permitindo, por exemplo, a expansão de empresas criadas no governo Getúlio Vargas, como a CSN e a Cia. Vale do Rio Doce, hoje, em meio a nova crise, com instituições corrompidas e funcionando inadequadamente, o poder judiciário assumiu o papel outrora exercido pelo militarismo, porém em bene¬fício próprio. Lícito afirmar que declarar constitucionalidade onde ela não exista saia muito caro, daí a enormidade de benefícios acumulados pelos dois poderes. Num cenário onde o recebimento de altos salários e benefícios por juízes e promotores frequentam regularmente o noticiário, questões jurídicas envelhecem nos tribunais esperando solução, e a política insiste no velho “Toma lá, dá cá”, esta Lei acaba prestando desserviço por não ter sido criada para proteger a mulher, como o livro demonstra. Enquanto provas oficiais ou não confirmam o seu fracasso, o assassinato emblemático de uma senhora, cujo algoz ostentava pelo menos 10 Medidas Protetivas, e outros graves relatos, desfilam nas 447 páginas do livro. Política e Justiça alinharam-se à Senhora Maria da Penha, que mostra flagrante dificuldade em sustentar frases da sua autoria, visível simpatia pelo Feminismo “Acho que mulheres têm de ser governadas por mulheres”, e notáveis incoerências entre os seus depoimentos às Comissões Internacionais e as várias entrevistas que concedeu. A parceria rendeu, a ela, a condenação do marido, julgado culpado pela sua condição de cadeirante, e, ao Estado, objetivos políticos alcançados, inclusive junto à ONU. Ajustes durante a vigência, sem que se minorasse a ineficiência da Lei, bem como adaptações em Leis existentes, que supostamente as tornariam aptas ao enfrenta¬mento do racismo, conferem ares de “Protetor” ao judiciário, mas apenas entulham as Leis brasileiras de conteúdos já existentes no antigo CPC, sem oferecer proteção de fato aos que dela carecem, tornando o judiciário um “Protetor Ausente”. O atestam as mulheres agredidas ou assassinadas diariamente, mesmo existindo uma Lei provida de um aparato caríssimo, porém dispensado a uma estrutura projetada para um ambiente fictício, tornando-a ineficiente, como a verdade dos números comprova, quando confrontada com a realidade. A ditadura judicial rompeu com a ordem histórica da Justiça adaptar-se à evolução da sociedade, invertendo essa relação de dependência. Com isto, além de atrair para si o descrédito da população, promoveu a desconfiança entre pessoas, o descrédito nos relacionamentos, o estímulo às acusações sem provas etc.

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